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http://hdl.handle.net/11690/4616Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | Silveira, Mauricio Moschen | - |
| dc.date.accessioned | 2026-10-20T17:43:11Z | - |
| dc.date.available | 2026-10-20T17:43:11Z | - |
| dc.date.issued | 2026 | - |
| dc.identifier.citation | Silveira, Mauricio Moschen. A criminalização seletiva da maconha no Brasil e na Espanha. 2026.112 f. Dissertação (mestrado em Direito) – Universidade La Salle, Canoas, 2026. Disponível em:. Acesso em: 19 out. 2026. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11690/4616 | - |
| dc.description.abstract | A presente dissertação investiga em que medida a política criminal de drogas brasileira opera como um mecanismo de seletividade racial e de classe a partir da utilização da dogmática dos crimes de perigo abstrato e da ausência de critérios objetivos para a distinção entre usuário e traficante. O objetivo geral consiste em analisar a política criminal de drogas brasileira à luz do direito comparado espanhol, buscando compreender como os discursos de saber-poder influenciam a produção e a reprodução de práticas punitivas seletivas, bem como propor uma interpretação orientada pelos princípios da alteridade, da ofensividade material e dos direitos humanos. Metodologicamente, a pesquisa adota abordagem qualitativa, utilizando os métodos bibliográfico, documental e de direito comparado, sob a perspectiva crítico-dialética. Os resultados demonstram que a ausência de critérios objetivos na legislação brasileira potencializa a discricionariedade policial e judicial, favorecendo a incidência de mecanismos de seletividade racial e socioeconômica na persecução penal relacionada às drogas. Em contraste, o modelo espanhol desenvolveu filtros interpretativos baseados na ofensividade material e na exigência de demonstração concreta do risco à saúde pública, restringindo a incidência do direito penal sobre condutas de autoconsumo. Demonstra-se que a experiência espanhola não está isenta de seletividade, visto que a regulamentação administrativa do consumo pode produzir novas formas de exclusão, como o acesso desigual a recursos econômicos e institucionais. Conclui-se que a superação dos efeitos discriminatórios da política criminal de drogas demanda a construção de uma hermenêutica constitucional comprometida com a limitação do poder punitivo estatal, a proteção das liberdades individuais e a efetivação dos direitos fundamentais. | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade La Salle | pt_BR |
| dc.subject | Direito | pt_BR |
| dc.subject | Criminalização | pt_BR |
| dc.subject | Maconha | pt_BR |
| dc.subject | Seletividade penal | pt_BR |
| dc.title | A criminalização seletiva da maconha no Brasil e na Espanha | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |
| dc.contributor.advisor | Rudnicki, Dani | - |
| Aparece nas coleções: | Dissertação (PPGD) | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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