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http://hdl.handle.net/11690/4614| Autor(es): | Monteiro, Fabiane Fraga |
| Título: | Memória social, infrequência e evasão escolar no município de Esteio/RS: percepções das equipes diretivas sobre a busca ativa escolar e a FICAI |
| Palavras-chave: | Memória social;Evasão escolar;Escola – Frequência;Esteio (RS) |
| Data do documento: | 2026 |
| Editor: | Universidade La Salle |
| Citação: | Monteiro, Fabiane Fraga. Memória social, infrequência e evasão escolar no município de Esteio/RS: percepções das equipes diretivas sobre a busca ativa escolar e a FICAI. 2026.86 f. Dissertação (mestrado em Memória Social e Bens Culturais) – Universidade La Salle, Canoas, 2026. Disponível em:. Acesso em: 19 out. 2026. |
| Resumo: | Esta dissertação, inserida na linha de pesquisa Memória e Linguagens Culturais do Programa de Pós-Graduação em Memória Social e Bens Culturais, analisa a infrequência e a evasão escolar no município de Esteio/RS a partir das percepções de profissionais das equipes diretivas de escolas municipais de tempo integral e de documentos institucionais relacionados à Busca Ativa Escolar (BAE) e à Ficha de Comunicação do Aluno Infrequente (FICAI). O objetivo geral foi analisar, com base nesse corpus, as contribuições e os limites da BAE e da FICAI para o enfrentamento da infrequência e da evasão escolar. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, desenvolvida por meio de análise documental, pesquisa bibliográfica e questionário eletrônico encaminhado a vinte profissionais, dos quais nove responderam integralmente. A análise de conteúdo foi organizada por categorias temáticas construídas a partir das recorrências e dos sentidos presentes nas respostas. Os resultados indicam que os participantes reconhecem a relevância da BAE e da FICAI para a identificação e o acompanhamento de estudantes, mas apontam limites relacionados à insuficiência de profissionais, à sobrecarga das equipes, à morosidade dos atendimentos e à fragilidade da articulação intersetorial. As percepções analisadas também associam permanência escolar, pertencimento, trajetórias familiares e práticas de acolhimento. À luz da memória social e institucional, conclui-se que os registros e as práticas produzidos pela rede preservam experiências, tensões e formas de intervenção, oferecendo subsídios para qualificar as políticas de permanência. Os resultados expressam a perspectiva das equipes diretivas e não constituem acesso direto às memórias de estudantes e familiares. |
| Orientador(es): | Ferreira, Rute Henrique da Silva |
| Aparece nas coleções: | Dissertação (PPGMSBC) |
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