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dc.contributor.authorMonzon, Luciele da Rocha-
dc.date.accessioned2026-04-20T20:48:26Z-
dc.date.available2026-04-20T20:48:26Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.citationMONZON, Luciele da Rocha. Diferenças relacionadas ao sexo na avaliação e manejo da dor torácica em um serviço de emergência especializado em cardiologia. 2026. 42 f. Dissertação (mestrado em Saúde e Desenvolvimento Humano) – Universidade La Salle, Canoas, 2026. Disponível em: https://svr-net20.unilasalle.edu.br/handle/11690/4559. Acesso em: 20 abr. 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11690/4559-
dc.description.abstractObjetivo: Avaliar possíveis diferenças relacionadas ao sexo na investigação diagnóstica e no manejo de adultos atendidos por dor torácica em um serviço de emergência especializado em cardiologia. Metodologia: Estudo de coorte retrospectivo realizado em um hospital terciário especializado em cardiologia, localizado no sul do Brasil. Foram incluídos prontuários de pacientes com idade ≥18 anos atendidos no serviço de emergência entre 2022 e 2023 com queixa principal de dor torácica não traumática. O desfecho primário foi admissão hospitalar após o atendimento na emergência. Os desfechos secundários incluíram realização de eletrocardiograma nas primeiras duas horas, dosagem de troponina nas primeiras duas horas, realização de cateterismo cardíaco e admissão em unidade de terapia intensiva (UTI). Resultados: Foram incluídos 1037 pacientes, dos quais 493 (47,5%) eram homens e 544 (52,5%) mulheres. A taxa de admissão hospitalar foi semelhante entre homens e mulheres (19,5% vs. 21,5%; p = 0,464). Em relação à investigação diagnóstica inicial, mulheres foram menos frequentemente submetidas à realização de eletrocardiograma nas primeiras duas horas (89% vs. 96%; p < 0,001) e à dosagem de troponina no mesmo período (76% vs. 89%; p < 0,001). Mulheres também foram menos frequentemente submetidas a cateterismo cardíaco (5,7% vs. 11,6%; p < 0,001) e apresentaram menor frequência de internação em UTI (3,1% vs. 7,5%; p < 0,001). Após ajuste para idade, raça, classificação de risco na triagem e comorbidades, o sexo feminino permaneceu associado a menor probabilidade de realização de eletrocardiograma nas primeiras duas horas (OR 0,33; IC95% 0,19– 0,56) e de dosagem de troponina nas primeiras duas horas (OR 0,36; IC95% 0,25– 0,51). Após ajuste adicional para diagnóstico final, o sexo feminino também esteve associado a menor probabilidade de realização de cateterismo cardíaco (OR 0,40; IC95% 0,21–0,76) e de internação em UTI (OR 0,40; IC95% 0,19–0,78). Conclusão: Mulheres atendidas por dor torácica em um serviço de emergência especializado em cardiologia foram menos frequentemente submetidas à investigação diagnóstica precoce e a estratégias invasivas de manejo, mesmo após ajuste para características clínicas relevantes. Esses achados sugerem a presença de diferenças sistemáticas no processo assistencial ao longo da cascata de cuidado da dor torácica.pt_BR
dc.publisherUniversidade La Sallept_BR
dc.subjectdor torácicapt_BR
dc.subjectfemininopt_BR
dc.subjectviés de gêneropt_BR
dc.titleDiferenças relacionadas ao sexo na avaliação e manejo da dor torácica em um serviço de emergência especializado em cardiologiapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.advisorBoniatti, Márcio Manozzo-
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGSDH)

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