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dc.contributor.authorRocha, Nícolas Régis Silva da-
dc.date.accessioned2026-02-13T18:39:06Z-
dc.date.available2026-02-13T18:39:06Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.citationROCHA, Nícolas Régis Silva da. Acessibilidade na psicologia clínica: uma revisão narrativa sobre barreiras estruturais e as possíveis adaptações e estratégias para uma clínica acessível. 2025. 15 f. Trabalho de Conclusão (graduação em Psicologia) – Universidade La Salle, Canoas, 2025. Disponível em: https://svr-net20.unilasalle.edu.br/handle/11690/4487. Acesso em: 13 fev. 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11690/4487-
dc.description.abstractA psicoterapia é um processo clínico voltado à promoção do autoconhecimento, regulação emocional e redução do sofrimento, porém historicamente foi estruturada sobre um modelo presencial rígido, voltado a um paciente ideal capaz de deslocar-se, comunicar-se oralmente e permanecer em setting tradicional. Esse formato exclui uma parcela expressiva da população, criando barreiras que comprometem tanto o início quanto a continuidade do tratamento. Nesse cenário, o objetivo deste estudo foi revisar criticamente a literatura científica sobre iniciativas, adaptações e práticas que promovem acessibilidade na psicoterapia, especialmente para populações que enfrentam barreiras físicas, geográficas ou psicológicas. Trata-se de uma revisão narrativa realizada a partir de buscas em bases científicas, reunindo estudos empíricos, documentos normativos e revisões que abordam intervenções, tecnologias assistivas e modalidades clínicas voltadas à inclusão e continuidade do cuidado psicológico. Os achados indicam uma ruptura importante no entendimento de acessibilidade mostrando que não é o paciente que falha em adequar-se à clínica, mas a clínica que precisa adaptar-se ao paciente. A telepsicologia, formatos híbridos, flexibilização de duração das sessões, comunicação alternativa, uso de recursos visuais, Libras e suporte tecnológico aparecem como estratégias decisivas para ampliar adesão e diminuir abandono. Evidencia-se também que a maior barreira não é tecnológica, mas atitudinal, pois observou-se escassez da presença de psicoterapeutas capacitados para este tipo de atendimento. Conclui-se que práticas acessíveis fortalecem o vínculo, aumentam permanência e tornam a psicoterapia realmente inclusiva. A literatura aponta a necessidade de maior capacitação profissional, atualização normativa e ampliação das discussões sobre acessibilidade nas formações em Psicologia.pt_BR
dc.publisherUniversidade La Sallept_BR
dc.subjectacessibilidade psicológicapt_BR
dc.subjectpsicologia clínicapt_BR
dc.subjectinclusão na psicoterapiapt_BR
dc.titleAcessibilidade na psicologia clínica: uma revisão narrativa sobre barreiras estruturais e as possíveis adaptações e estratégias para uma clínica acessívelpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.location.countryBrasil-
dc.contributor.advisorLopes, Ana Claudia Braun-
dc.degree.localCanoas, RS-
dc.degree.graduationPsicologia-
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