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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11690/1087</link>
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    <dc:date>2026-05-11T07:30:19Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11690/4566">
    <title>Barreiras no processo de notificação de eventos adversos à Anvisa Atenção Primária à Saúde</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11690/4566</link>
    <description>Título: Barreiras no processo de notificação de eventos adversos à Anvisa Atenção Primária à Saúde
Autor(es): Rossini, Beatriz Pedro
Resumo: A segurança do paciente na Atenção Primária à Saúde (APS) é dimensão estratégica&#xD;
para a redução de danos relacionados à assistência. Este estudo objetivou identificar&#xD;
as principais barreiras enfrentadas por enfermeiros assistenciais e gestores no&#xD;
processo de notificação de eventos adversos à Agência Nacional de Vigilância&#xD;
Sanitária (Anvisa) em Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Canoas, Rio Grande do&#xD;
Sul. Trata-se de estudo censitário, de abordagem quantitativa descritiva, realizado&#xD;
com 32 profissionais, por meio de questionário estruturado baseado na versão&#xD;
brasileira do Hospital Survey on Patient Safety Culture (HSOPSC). Os dados foram&#xD;
analisados por estatística descritiva, com cálculo de frequências e intervalos de&#xD;
confiança de 95% (método de Wilson), além de testes não paramétricos (WilcoxonMann-Whitney), teste exato de Fisher, correlação de Spearman, regressão logística&#xD;
univariada e análise exploratória de cluster (α=5%). Os resultados evidenciaram baixo&#xD;
nível de conhecimento sobre notificação de eventos adversos (59,4% relataram&#xD;
conhecimento baixo ou muito baixo) e ausência de capacitação prévia (81,3%). As&#xD;
principais barreiras foram sobrecarga de trabalho (78,1%), falta de compreensão do&#xD;
processo (68,8%) e capacitação insuficiente para uso de tecnologia da informação&#xD;
(68,8%). Apenas 6,3% perceberam ambiente totalmente favorável à notificação. O&#xD;
suporte institucional inadequado associou-se significativamente a maior carga de&#xD;
barreiras (p=0,011), configurando-se como principal fator modificável. Como produto&#xD;
técnico, foi elaborada cartilha informativa sobre a notificação de eventos adversos à&#xD;
Anvisa que será disponibilizada, de forma digital, a todas as UBS do município.&#xD;
Conclui-se que barreiras organizacionais, culturais e tecnológicas comprometem a&#xD;
efetividade da notificação na APS, reforçando a necessidade de capacitação,&#xD;
infraestrutura adequada e fortalecimento de cultura não punitiva.
Título: Barreiras no processo de notificação de eventos adversos à Anvisa Atenção Primária à Saúde
Autor(es): Rossini, Beatriz Pedro
Orientador(es): Konradt, Daniele Mariath Bassuino
Resumo: A segurança do paciente na Atenção Primária à Saúde (APS) é dimensão estratégica&#xD;
para a redução de danos relacionados à assistência. Este estudo objetivou identificar&#xD;
as principais barreiras enfrentadas por enfermeiros assistenciais e gestores no&#xD;
processo de notificação de eventos adversos à Agência Nacional de Vigilância&#xD;
Sanitária (Anvisa) em Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Canoas, Rio Grande do&#xD;
Sul. Trata-se de estudo censitário, de abordagem quantitativa descritiva, realizado&#xD;
com 32 profissionais, por meio de questionário estruturado baseado na versão&#xD;
brasileira do Hospital Survey on Patient Safety Culture (HSOPSC). Os dados foram&#xD;
analisados por estatística descritiva, com cálculo de frequências e intervalos de&#xD;
confiança de 95% (método de Wilson), além de testes não paramétricos (WilcoxonMann-Whitney), teste exato de Fisher, correlação de Spearman, regressão logística&#xD;
univariada e análise exploratória de cluster (α=5%). Os resultados evidenciaram baixo&#xD;
nível de conhecimento sobre notificação de eventos adversos (59,4% relataram&#xD;
conhecimento baixo ou muito baixo) e ausência de capacitação prévia (81,3%). As&#xD;
principais barreiras foram sobrecarga de trabalho (78,1%), falta de compreensão do&#xD;
processo (68,8%) e capacitação insuficiente para uso de tecnologia da informação&#xD;
(68,8%). Apenas 6,3% perceberam ambiente totalmente favorável à notificação. O&#xD;
suporte institucional inadequado associou-se significativamente a maior carga de&#xD;
barreiras (p=0,011), configurando-se como principal fator modificável. Como produto&#xD;
técnico, foi elaborada cartilha informativa sobre a notificação de eventos adversos à&#xD;
Anvisa que será disponibilizada, de forma digital, a todas as UBS do município.&#xD;
Conclui-se que barreiras organizacionais, culturais e tecnológicas comprometem a&#xD;
efetividade da notificação na APS, reforçando a necessidade de capacitação,&#xD;
infraestrutura adequada e fortalecimento de cultura não punitiva.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11690/4565">
    <title>A experiência grupal como estratégia de promoção do bem-estar e da motivação docente</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11690/4565</link>
    <description>Título: A experiência grupal como estratégia de promoção do bem-estar e da motivação docente
Autor(es): Herborn, Janaína Miranda da Rosa
Resumo: Este estudo investigou as contribuições de um grupo de reflexão docente para&#xD;
o bem-estar e a saúde mental de professoras da educação básica. A pesquisa, de&#xD;
abordagem qualitativa, envolveu cinco encontros semanais com professoras de uma&#xD;
escola privada, articulando instrumentos diagnósticos, dinâmicas de partilha e rodas&#xD;
de conversa. A análise textual discursiva permitiu identificar duas categorias centrais:&#xD;
Experiência grupal como estratégia em saúde mental e Dimensão socioemocional do&#xD;
bem-estar e motivação docente. Os resultados evidenciam que o grupo constituiu um&#xD;
espaço de escuta qualificada, acolhimento e fortalecimento emocional, favorecendo o&#xD;
reconhecimento de experiências comuns e a construção de vínculos. Também&#xD;
emergiram elementos associados ao bem-estar docente, como satisfação com&#xD;
condições de trabalho, criatividade, colaboração, reconhecimento e sentido da&#xD;
profissão. Conclui-se que práticas institucionais que valorizam espaços coletivos de&#xD;
diálogo e cuidado podem contribuir significativamente para a promoção da saúde&#xD;
mental e da motivação docente. Como produto técnico tecnológico foi proposto a&#xD;
formação em serviço a partir de grupos de reflexões para docentes no espaço da&#xD;
escola por adesão, propondo cinco encontros por semestre letivo, com duração de 1h.
Título: A experiência grupal como estratégia de promoção do bem-estar e da motivação docente
Autor(es): Herborn, Janaína Miranda da Rosa
Orientador(es): Filippin, Lidiane Isabel
Resumo: Este estudo investigou as contribuições de um grupo de reflexão docente para&#xD;
o bem-estar e a saúde mental de professoras da educação básica. A pesquisa, de&#xD;
abordagem qualitativa, envolveu cinco encontros semanais com professoras de uma&#xD;
escola privada, articulando instrumentos diagnósticos, dinâmicas de partilha e rodas&#xD;
de conversa. A análise textual discursiva permitiu identificar duas categorias centrais:&#xD;
Experiência grupal como estratégia em saúde mental e Dimensão socioemocional do&#xD;
bem-estar e motivação docente. Os resultados evidenciam que o grupo constituiu um&#xD;
espaço de escuta qualificada, acolhimento e fortalecimento emocional, favorecendo o&#xD;
reconhecimento de experiências comuns e a construção de vínculos. Também&#xD;
emergiram elementos associados ao bem-estar docente, como satisfação com&#xD;
condições de trabalho, criatividade, colaboração, reconhecimento e sentido da&#xD;
profissão. Conclui-se que práticas institucionais que valorizam espaços coletivos de&#xD;
diálogo e cuidado podem contribuir significativamente para a promoção da saúde&#xD;
mental e da motivação docente. Como produto técnico tecnológico foi proposto a&#xD;
formação em serviço a partir de grupos de reflexões para docentes no espaço da&#xD;
escola por adesão, propondo cinco encontros por semestre letivo, com duração de 1h.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11690/4559">
    <title>Diferenças relacionadas ao sexo na avaliação e manejo da dor torácica em um serviço de emergência especializado em cardiologia</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11690/4559</link>
    <description>Título: Diferenças relacionadas ao sexo na avaliação e manejo da dor torácica em um serviço de emergência especializado em cardiologia
Autor(es): Monzon, Luciele da Rocha
Resumo: Objetivo: Avaliar possíveis diferenças relacionadas ao sexo na investigação&#xD;
diagnóstica e no manejo de adultos atendidos por dor torácica em um serviço de&#xD;
emergência especializado em cardiologia.&#xD;
Metodologia: Estudo de coorte retrospectivo realizado em um hospital terciário&#xD;
especializado em cardiologia, localizado no sul do Brasil. Foram incluídos prontuários&#xD;
de pacientes com idade ≥18 anos atendidos no serviço de emergência entre 2022 e&#xD;
2023 com queixa principal de dor torácica não traumática. O desfecho primário foi&#xD;
admissão hospitalar após o atendimento na emergência. Os desfechos secundários&#xD;
incluíram realização de eletrocardiograma nas primeiras duas horas, dosagem de&#xD;
troponina nas primeiras duas horas, realização de cateterismo cardíaco e admissão&#xD;
em unidade de terapia intensiva (UTI).&#xD;
Resultados: Foram incluídos 1037 pacientes, dos quais 493 (47,5%) eram homens e&#xD;
544 (52,5%) mulheres. A taxa de admissão hospitalar foi semelhante entre homens e&#xD;
mulheres (19,5% vs. 21,5%; p = 0,464). Em relação à investigação diagnóstica inicial,&#xD;
mulheres foram menos frequentemente submetidas à realização de&#xD;
eletrocardiograma nas primeiras duas horas (89% vs. 96%; p &lt; 0,001) e à dosagem&#xD;
de troponina no mesmo período (76% vs. 89%; p &lt; 0,001). Mulheres também foram&#xD;
menos frequentemente submetidas a cateterismo cardíaco (5,7% vs. 11,6%; p &lt;&#xD;
0,001) e apresentaram menor frequência de internação em UTI (3,1% vs. 7,5%; p &lt;&#xD;
0,001). Após ajuste para idade, raça, classificação de risco na triagem e&#xD;
comorbidades, o sexo feminino permaneceu associado a menor probabilidade de&#xD;
realização de eletrocardiograma nas primeiras duas horas (OR 0,33; IC95% 0,19–&#xD;
0,56) e de dosagem de troponina nas primeiras duas horas (OR 0,36; IC95% 0,25–&#xD;
0,51). Após ajuste adicional para diagnóstico final, o sexo feminino também esteve&#xD;
associado a menor probabilidade de realização de cateterismo cardíaco (OR 0,40;&#xD;
IC95% 0,21–0,76) e de internação em UTI (OR 0,40; IC95% 0,19–0,78).&#xD;
Conclusão: Mulheres atendidas por dor torácica em um serviço de emergência&#xD;
especializado em cardiologia foram menos frequentemente submetidas à&#xD;
investigação diagnóstica precoce e a estratégias invasivas de manejo, mesmo após&#xD;
ajuste para características clínicas relevantes. Esses achados sugerem a presença&#xD;
de diferenças sistemáticas no processo assistencial ao longo da cascata de cuidado&#xD;
da dor torácica.
Título: Diferenças relacionadas ao sexo na avaliação e manejo da dor torácica em um serviço de emergência especializado em cardiologia
Autor(es): Monzon, Luciele da Rocha
Orientador(es): Boniatti, Márcio Manozzo
Resumo: Objetivo: Avaliar possíveis diferenças relacionadas ao sexo na investigação&#xD;
diagnóstica e no manejo de adultos atendidos por dor torácica em um serviço de&#xD;
emergência especializado em cardiologia.&#xD;
Metodologia: Estudo de coorte retrospectivo realizado em um hospital terciário&#xD;
especializado em cardiologia, localizado no sul do Brasil. Foram incluídos prontuários&#xD;
de pacientes com idade ≥18 anos atendidos no serviço de emergência entre 2022 e&#xD;
2023 com queixa principal de dor torácica não traumática. O desfecho primário foi&#xD;
admissão hospitalar após o atendimento na emergência. Os desfechos secundários&#xD;
incluíram realização de eletrocardiograma nas primeiras duas horas, dosagem de&#xD;
troponina nas primeiras duas horas, realização de cateterismo cardíaco e admissão&#xD;
em unidade de terapia intensiva (UTI).&#xD;
Resultados: Foram incluídos 1037 pacientes, dos quais 493 (47,5%) eram homens e&#xD;
544 (52,5%) mulheres. A taxa de admissão hospitalar foi semelhante entre homens e&#xD;
mulheres (19,5% vs. 21,5%; p = 0,464). Em relação à investigação diagnóstica inicial,&#xD;
mulheres foram menos frequentemente submetidas à realização de&#xD;
eletrocardiograma nas primeiras duas horas (89% vs. 96%; p &lt; 0,001) e à dosagem&#xD;
de troponina no mesmo período (76% vs. 89%; p &lt; 0,001). Mulheres também foram&#xD;
menos frequentemente submetidas a cateterismo cardíaco (5,7% vs. 11,6%; p &lt;&#xD;
0,001) e apresentaram menor frequência de internação em UTI (3,1% vs. 7,5%; p &lt;&#xD;
0,001). Após ajuste para idade, raça, classificação de risco na triagem e&#xD;
comorbidades, o sexo feminino permaneceu associado a menor probabilidade de&#xD;
realização de eletrocardiograma nas primeiras duas horas (OR 0,33; IC95% 0,19–&#xD;
0,56) e de dosagem de troponina nas primeiras duas horas (OR 0,36; IC95% 0,25–&#xD;
0,51). Após ajuste adicional para diagnóstico final, o sexo feminino também esteve&#xD;
associado a menor probabilidade de realização de cateterismo cardíaco (OR 0,40;&#xD;
IC95% 0,21–0,76) e de internação em UTI (OR 0,40; IC95% 0,19–0,78).&#xD;
Conclusão: Mulheres atendidas por dor torácica em um serviço de emergência&#xD;
especializado em cardiologia foram menos frequentemente submetidas à&#xD;
investigação diagnóstica precoce e a estratégias invasivas de manejo, mesmo após&#xD;
ajuste para características clínicas relevantes. Esses achados sugerem a presença&#xD;
de diferenças sistemáticas no processo assistencial ao longo da cascata de cuidado&#xD;
da dor torácica.</description>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11690/4530">
    <title>Plantas medicinais e acesso à saúde: uma visão no contexto dos imigrantes</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11690/4530</link>
    <description>Título: Plantas medicinais e acesso à saúde: uma visão no contexto dos imigrantes
Autor(es): Brochier, Bruna
Resumo: O estudo investigou o uso de plantas medicinais entre imigrantes residentes nomunicípio de Canoas (RS), buscando compreender como se dá a preservação eadaptação desses saberes tradicionais no contexto migratório. O objetivo foiidentificar as principais plantas utilizadas em seus países de origem, analisar suasdenominações locais e avaliar possíveis barreiras linguísticas e de acesso a essasespécies no Brasil. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de caráter transversal edescritivo, realizada por meio de entrevistas semiestruturadas com sete imigrantes,majoritariamente venezuelanos e um haitiano. A análise seguiu o método de Análisede Conteúdo de Bardin. Os resultados indicaram que todos os participantesutilizavam plantas medicinais antes da migração e que seis deles mantiveram o usono Brasil, ainda que com adaptações às espécies disponíveis. Entre as plantas maiscitadas destacaram-se Plectranthus amboinicus, Cymbopogon citratus, Phyllanthusniruri, Peumus boldus e Aloe vera. As falas revelaram dificuldades no acesso àsplantas e aos serviços de saúde, bem como barreiras linguísticas que comprometema identificação das espécies. Observou-se forte correspondência entre o saberpopular dos imigrantes e as evidências científicas descritas na literatura, reforçandoa importância do conhecimento tradicional. Como produto técnico, desenvolveu-secartilha bilíngue em português, espanhol e francês com orientações sobre o usocorreto das plantas e suas equivalências linguísticas, visando facilitar o acesso àinformação e valorizar a diversidade cultural
Título: Plantas medicinais e acesso à saúde: uma visão no contexto dos imigrantes
Autor(es): Brochier, Bruna
Orientador(es): Silva, Fernanda Rabaioli da
Resumo: O estudo investigou o uso de plantas medicinais entre imigrantes residentes nomunicípio de Canoas (RS), buscando compreender como se dá a preservação eadaptação desses saberes tradicionais no contexto migratório. O objetivo foiidentificar as principais plantas utilizadas em seus países de origem, analisar suasdenominações locais e avaliar possíveis barreiras linguísticas e de acesso a essasespécies no Brasil. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de caráter transversal edescritivo, realizada por meio de entrevistas semiestruturadas com sete imigrantes,majoritariamente venezuelanos e um haitiano. A análise seguiu o método de Análisede Conteúdo de Bardin. Os resultados indicaram que todos os participantesutilizavam plantas medicinais antes da migração e que seis deles mantiveram o usono Brasil, ainda que com adaptações às espécies disponíveis. Entre as plantas maiscitadas destacaram-se Plectranthus amboinicus, Cymbopogon citratus, Phyllanthusniruri, Peumus boldus e Aloe vera. As falas revelaram dificuldades no acesso àsplantas e aos serviços de saúde, bem como barreiras linguísticas que comprometema identificação das espécies. Observou-se forte correspondência entre o saberpopular dos imigrantes e as evidências científicas descritas na literatura, reforçandoa importância do conhecimento tradicional. Como produto técnico, desenvolveu-secartilha bilíngue em português, espanhol e francês com orientações sobre o usocorreto das plantas e suas equivalências linguísticas, visando facilitar o acesso àinformação e valorizar a diversidade cultural</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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