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  <title>DSpace Coleção:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/11690/1698</id>
  <updated>2026-07-23T09:56:45Z</updated>
  <dc:date>2026-07-23T09:56:45Z</dc:date>
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    <title>Transfeminicídio, uma análise a partir de uma perspectiva feminista múltipla e da nova crítica criminológica</title>
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    <author>
      <name>Silva, Paula Franciele da</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/11690/4580</id>
    <updated>2026-07-08T18:47:26Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Transfeminicídio, uma análise a partir de uma perspectiva feminista múltipla e da nova crítica criminológica
Autor(es): Silva, Paula Franciele da
Resumo: A presente tese propõe uma investigação sobre a possível classificação do transfeminicídio como crime de Estado, utilizando-se dos referenciais teóricos das criminologias críticas e das criminologias feministas e incorporando as contribuições de Raewyn Connell sobre gênero e Judith Butler sobre precariedade. O problema central é abordado a partir da análise das relações entre o transfeminicídio e as estruturas de poder estatais, questionando como tais sistemas jurídicos e políticos contribuem para a perpetuação dessa forma extrema de violência de gênero. Para tanto, serão examinadas as características do transfeminicídio, considerando sua possível conexão com o conceito de genocídio por gotejamento. A metodologia adotada é interdisciplinar, com uma perspectiva de escrita feminista e transreferênciada, combinando análise documental, análise de dados relativos à violência destinada aos corpos de mulheres transexuais e travestis e análise de casos paradigmas da Corte Interamericana de Direitos Humanos e de uma Ação Civil Pública. Esta tese é desenvolvida no Programa de Pós - Graduação em Direito e Sociedade, está vinculada a segunda linha de pesquisa: Sociedade e Fragmentação do Direito e possui como objetivos investigar as características do transfeminicídio e suas relações com as estruturas de poder estatais, discutir as concepções sobre crimes de ódio para então avaliar se o conceito de genocídio por gotejamento é aplicável ao transfeminicídio, propõe-se também analisar criticamente as lacunas legislativas e escolhas políticas que perpetuam o transfeminicídio.
Título: Transfeminicídio, uma análise a partir de uma perspectiva feminista múltipla e da nova crítica criminológica
Autor(es): Silva, Paula Franciele da
Orientador(es): Carvalho, Salo de
Resumo: A presente tese propõe uma investigação sobre a possível classificação do transfeminicídio como crime de Estado, utilizando-se dos referenciais teóricos das criminologias críticas e das criminologias feministas e incorporando as contribuições de Raewyn Connell sobre gênero e Judith Butler sobre precariedade. O problema central é abordado a partir da análise das relações entre o transfeminicídio e as estruturas de poder estatais, questionando como tais sistemas jurídicos e políticos contribuem para a perpetuação dessa forma extrema de violência de gênero. Para tanto, serão examinadas as características do transfeminicídio, considerando sua possível conexão com o conceito de genocídio por gotejamento. A metodologia adotada é interdisciplinar, com uma perspectiva de escrita feminista e transreferênciada, combinando análise documental, análise de dados relativos à violência destinada aos corpos de mulheres transexuais e travestis e análise de casos paradigmas da Corte Interamericana de Direitos Humanos e de uma Ação Civil Pública. Esta tese é desenvolvida no Programa de Pós - Graduação em Direito e Sociedade, está vinculada a segunda linha de pesquisa: Sociedade e Fragmentação do Direito e possui como objetivos investigar as características do transfeminicídio e suas relações com as estruturas de poder estatais, discutir as concepções sobre crimes de ódio para então avaliar se o conceito de genocídio por gotejamento é aplicável ao transfeminicídio, propõe-se também analisar criticamente as lacunas legislativas e escolhas políticas que perpetuam o transfeminicídio.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>O marco temporal como expressão da colonialidade: análise crítica das decisões do STF e da violência territorial contra os povos indígenas no Brasil</title>
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    <author>
      <name>Starck, Gilberto</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/11690/4564</id>
    <updated>2026-04-28T17:49:39Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: O marco temporal como expressão da colonialidade: análise crítica das decisões do STF e da violência territorial contra os povos indígenas no Brasil
Autor(es): Starck, Gilberto
Resumo: A presente dissertação investigou de que modo a tese do marco temporal impacta a efetividade&#xD;
dos direitos territoriais indígenas no Brasil, especialmente no que se refere à intensificação dos&#xD;
conflitos territoriais e da violência contra os povos originários no período de 2003 a 2024. Do&#xD;
ponto de vista metodológico, adotou-se uma abordagem teórico-empírica, de natureza&#xD;
predominantemente qualitativa, fundamentada na análise documental da legislação e da&#xD;
jurisprudência, na pesquisa bibliográfica por meio de revisão teórica e na análise de dados&#xD;
secundários produzidos pelo Conselho Indigenista Missionário. O estudo articulou, de forma&#xD;
interdisciplinar, três eixos teóricos — descolonialidade, novo constitucionalismo latinoamericano e pluralismo jurídico — e estrutura-se em três capítulos interdependentes: (i)&#xD;
fundamentação teórica a partir da tríade conceitual, complementada por um estudo comparado&#xD;
entre Brasil, Bolívia e Equador quanto ao reconhecimento dos direitos territoriais indígenas;&#xD;
(ii) análise jurisprudencial das decisões do Supremo Tribunal Federal relativas à tese do marco&#xD;
temporal; e (iii) análise empírica dos dados referentes aos conflitos territoriais indígenas&#xD;
produzidos pelo Conselho Indigenista Missionário no período de 2003 a 2024. Conforme&#xD;
evidenciado, a exigência de comprovação do requisito temporal, distancia-se dos modelos&#xD;
tradicionais de organização social, instituindo novas formas de dominação, pela adoção de&#xD;
critérios inalcançáveis às culturas indígenas. A análise dos dados e relatórios do Conselho&#xD;
Indigenista Missionário revela a predominância e o agravamento da violência contra as&#xD;
comunidades indígenas após a consolidação da tese do marco temporal. A persistência da lógica&#xD;
colonial manifesta-se na atualização de estruturas de dominação que subtraem direitos e&#xD;
produzem um cenário de extermínio dessas comunidades, na medida em que, sem território,&#xD;
torna-se inviável a reprodução de seus modos de vida tradicionais. Nesse sentido, a tese do&#xD;
marco temporal, ao desconsiderar os direitos culturais e territoriais dos povos indígenas,&#xD;
evidencia o distanciamento entre o texto constitucional e a efetividade dos direitos humanos&#xD;
fundamentais dessas comunidades. Ademais, contribui para a manutenção de espaços&#xD;
destituídos de plena pluralidade jurídica e afastados do espírito do novo constitucionalismo&#xD;
latino-americano, fundado no resgate da identidade dos povos originários e na superação das&#xD;
estruturas que os marginalizam, ao perpetuar, em contrariedade às garantias asseguradas pela&#xD;
Constituição Federal de 1988 e pelos tratados internacionais de direitos humanos incorporados&#xD;
ao ordenamento jurídico brasileiro, a reprodução da lógica colonial.
Título: O marco temporal como expressão da colonialidade: análise crítica das decisões do STF e da violência territorial contra os povos indígenas no Brasil
Autor(es): Starck, Gilberto
Orientador(es): Carlos, Paula Pinha de
Resumo: A presente dissertação investigou de que modo a tese do marco temporal impacta a efetividade&#xD;
dos direitos territoriais indígenas no Brasil, especialmente no que se refere à intensificação dos&#xD;
conflitos territoriais e da violência contra os povos originários no período de 2003 a 2024. Do&#xD;
ponto de vista metodológico, adotou-se uma abordagem teórico-empírica, de natureza&#xD;
predominantemente qualitativa, fundamentada na análise documental da legislação e da&#xD;
jurisprudência, na pesquisa bibliográfica por meio de revisão teórica e na análise de dados&#xD;
secundários produzidos pelo Conselho Indigenista Missionário. O estudo articulou, de forma&#xD;
interdisciplinar, três eixos teóricos — descolonialidade, novo constitucionalismo latinoamericano e pluralismo jurídico — e estrutura-se em três capítulos interdependentes: (i)&#xD;
fundamentação teórica a partir da tríade conceitual, complementada por um estudo comparado&#xD;
entre Brasil, Bolívia e Equador quanto ao reconhecimento dos direitos territoriais indígenas;&#xD;
(ii) análise jurisprudencial das decisões do Supremo Tribunal Federal relativas à tese do marco&#xD;
temporal; e (iii) análise empírica dos dados referentes aos conflitos territoriais indígenas&#xD;
produzidos pelo Conselho Indigenista Missionário no período de 2003 a 2024. Conforme&#xD;
evidenciado, a exigência de comprovação do requisito temporal, distancia-se dos modelos&#xD;
tradicionais de organização social, instituindo novas formas de dominação, pela adoção de&#xD;
critérios inalcançáveis às culturas indígenas. A análise dos dados e relatórios do Conselho&#xD;
Indigenista Missionário revela a predominância e o agravamento da violência contra as&#xD;
comunidades indígenas após a consolidação da tese do marco temporal. A persistência da lógica&#xD;
colonial manifesta-se na atualização de estruturas de dominação que subtraem direitos e&#xD;
produzem um cenário de extermínio dessas comunidades, na medida em que, sem território,&#xD;
torna-se inviável a reprodução de seus modos de vida tradicionais. Nesse sentido, a tese do&#xD;
marco temporal, ao desconsiderar os direitos culturais e territoriais dos povos indígenas,&#xD;
evidencia o distanciamento entre o texto constitucional e a efetividade dos direitos humanos&#xD;
fundamentais dessas comunidades. Ademais, contribui para a manutenção de espaços&#xD;
destituídos de plena pluralidade jurídica e afastados do espírito do novo constitucionalismo&#xD;
latino-americano, fundado no resgate da identidade dos povos originários e na superação das&#xD;
estruturas que os marginalizam, ao perpetuar, em contrariedade às garantias asseguradas pela&#xD;
Constituição Federal de 1988 e pelos tratados internacionais de direitos humanos incorporados&#xD;
ao ordenamento jurídico brasileiro, a reprodução da lógica colonial.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Movimentos feministas, pluralidade normativa e representação das mulheres na política: a atuação das deputadas estaduais eleitas no Rio Grande do Sul em 2022</title>
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    <author>
      <name>Wendt, Valquiria Palmira Cirolini</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/11690/4531</id>
    <updated>2026-03-27T21:26:59Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Movimentos feministas, pluralidade normativa e representação das mulheres na política: a atuação das deputadas estaduais eleitas no Rio Grande do Sul em 2022
Autor(es): Wendt, Valquiria Palmira Cirolini
Resumo: A presente tese de doutoramento analisa a atuação das deputadas estaduais eleitas no Rio&#xD;
Grande do Sul em 2022 à luz das demandas dos movimentos feministas e da pluralidade&#xD;
normativa, investigando como essas mulheres políticas contribuem para a promoção de&#xD;
direitos das mulheres a partir de uma perspectiva crítica do Direito. A questão central que&#xD;
orienta esta investigação é: em que medida as deputadas estaduais eleitas no Rio Grande do&#xD;
Sul em 2022 promovem, em sua atuação legislativa, as demandas dos movimentos feministas&#xD;
e a pluralidade normativa em prol dos direitos das mulheres? O objetivo geral consiste em&#xD;
analisar, sob a perspectiva do pensamento crítico do Direito e dos movimentos sociais como&#xD;
agentes de transformação, em que medida a pluralidade de demandas normativas dos&#xD;
movimentos feministas se reflete na atuação legislativa das deputadas estaduais eleitas.&#xD;
Como objetivos específicos, buscaram-se: estudar manifestações críticas ao Direito no&#xD;
Brasil; investigar as barreiras enfrentadas pelas mulheres na política e a influência dos&#xD;
movimentos feministas; identificar o perfil político-biográfico, a produção legislativa e as&#xD;
percepções das parlamentares sobre a pluralidade normativa e os desafios da formulação de&#xD;
leis para as mulheres. A fundamentação teórica ancora-se no pensamento crítico do Direito,&#xD;
especialmente no pluralismo jurídico (Wolkmer), articulado às epistemologias feministas&#xD;
descoloniais, interseccionais e críticas ao feminismo hegemônico. As categorias centrais da&#xD;
pesquisa são: pluralidade normativa, movimentos feministas, representação política das&#xD;
mulheres, crítica ao Direito tradicional e feminismo interseccional. A pesquisa está vinculada&#xD;
à área de concentração “Direito e Sociedade” e à linha de pesquisa “Efetividade do Direito&#xD;
na Sociedade”, integrando o Grupo de Pesquisa “Pluralismo e Direitos Humanos: diálogos&#xD;
culturais transfronteiriços”. Utilizou-se abordagem dialética, com procedimentos&#xD;
historiográficos, monográficos e empíricos. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas&#xD;
com deputadas estaduais e analisada sua produção legislativa. As técnicas utilizadas foram&#xD;
análise de conteúdo e estatística descritiva, com abordagem qualitativa e quantitativa. Os&#xD;
resultados demonstram que a presença de mulheres na Assembleia Legislativa do RS é&#xD;
condição necessária, mas não suficiente, para a promoção de uma agenda feminista plural e&#xD;
interseccional. As deputadas apresentam perfis diversos, com diferentes níveis de adesão às&#xD;
pautas feministas. Ainda que existam proposições legislativas voltadas à promoção dos&#xD;
direitos das mulheres, a efetividade normativa dessas propostas enfrenta barreiras&#xD;
institucionais e políticas. As hipóteses foram confirmadas parcial ou integralmente,&#xD;
evidenciando que a representação política feminina não garante, por si só, o acolhimento das&#xD;
múltiplas demandas feministas, embora represente um passo importante para a transformação&#xD;
legislativa. A tese está estruturada em três capítulos: fundamentos teórico-críticos sobre&#xD;
Direito e feminismos; barreiras estruturais à participação política feminina; análise da&#xD;
política gaúcha e atuação das deputadas eleitas; além da introdução e conclusão.
Título: Movimentos feministas, pluralidade normativa e representação das mulheres na política: a atuação das deputadas estaduais eleitas no Rio Grande do Sul em 2022
Autor(es): Wendt, Valquiria Palmira Cirolini
Orientador(es): Wolkmer, Antonio Carlos
Resumo: A presente tese de doutoramento analisa a atuação das deputadas estaduais eleitas no Rio&#xD;
Grande do Sul em 2022 à luz das demandas dos movimentos feministas e da pluralidade&#xD;
normativa, investigando como essas mulheres políticas contribuem para a promoção de&#xD;
direitos das mulheres a partir de uma perspectiva crítica do Direito. A questão central que&#xD;
orienta esta investigação é: em que medida as deputadas estaduais eleitas no Rio Grande do&#xD;
Sul em 2022 promovem, em sua atuação legislativa, as demandas dos movimentos feministas&#xD;
e a pluralidade normativa em prol dos direitos das mulheres? O objetivo geral consiste em&#xD;
analisar, sob a perspectiva do pensamento crítico do Direito e dos movimentos sociais como&#xD;
agentes de transformação, em que medida a pluralidade de demandas normativas dos&#xD;
movimentos feministas se reflete na atuação legislativa das deputadas estaduais eleitas.&#xD;
Como objetivos específicos, buscaram-se: estudar manifestações críticas ao Direito no&#xD;
Brasil; investigar as barreiras enfrentadas pelas mulheres na política e a influência dos&#xD;
movimentos feministas; identificar o perfil político-biográfico, a produção legislativa e as&#xD;
percepções das parlamentares sobre a pluralidade normativa e os desafios da formulação de&#xD;
leis para as mulheres. A fundamentação teórica ancora-se no pensamento crítico do Direito,&#xD;
especialmente no pluralismo jurídico (Wolkmer), articulado às epistemologias feministas&#xD;
descoloniais, interseccionais e críticas ao feminismo hegemônico. As categorias centrais da&#xD;
pesquisa são: pluralidade normativa, movimentos feministas, representação política das&#xD;
mulheres, crítica ao Direito tradicional e feminismo interseccional. A pesquisa está vinculada&#xD;
à área de concentração “Direito e Sociedade” e à linha de pesquisa “Efetividade do Direito&#xD;
na Sociedade”, integrando o Grupo de Pesquisa “Pluralismo e Direitos Humanos: diálogos&#xD;
culturais transfronteiriços”. Utilizou-se abordagem dialética, com procedimentos&#xD;
historiográficos, monográficos e empíricos. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas&#xD;
com deputadas estaduais e analisada sua produção legislativa. As técnicas utilizadas foram&#xD;
análise de conteúdo e estatística descritiva, com abordagem qualitativa e quantitativa. Os&#xD;
resultados demonstram que a presença de mulheres na Assembleia Legislativa do RS é&#xD;
condição necessária, mas não suficiente, para a promoção de uma agenda feminista plural e&#xD;
interseccional. As deputadas apresentam perfis diversos, com diferentes níveis de adesão às&#xD;
pautas feministas. Ainda que existam proposições legislativas voltadas à promoção dos&#xD;
direitos das mulheres, a efetividade normativa dessas propostas enfrenta barreiras&#xD;
institucionais e políticas. As hipóteses foram confirmadas parcial ou integralmente,&#xD;
evidenciando que a representação política feminina não garante, por si só, o acolhimento das&#xD;
múltiplas demandas feministas, embora represente um passo importante para a transformação&#xD;
legislativa. A tese está estruturada em três capítulos: fundamentos teórico-críticos sobre&#xD;
Direito e feminismos; barreiras estruturais à participação política feminina; análise da&#xD;
política gaúcha e atuação das deputadas eleitas; além da introdução e conclusão.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A mediação vítima-ofensor no processo penal: a prática restaurativa sob o viés pluralista no sistema acusatório</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/11690/4456" />
    <author>
      <name>Souza, Cláudio Daniel de</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/11690/4456</id>
    <updated>2025-11-27T17:01:09Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: A mediação vítima-ofensor no processo penal: a prática restaurativa sob o viés pluralista no sistema acusatório
Autor(es): Souza, Cláudio Daniel de
Resumo: A presente tese tem como foco a possibilidade de inserção da mediação vítimaofensor como método autocompositivo de resolução de conflitos criminalizados no&#xD;
processo penal acusatório, sob o viés do pluralismo jurídico. Dessa forma, a tese tem&#xD;
como problemática central o seguinte questionamento: a prática restaurativa da&#xD;
mediação vítima-ofensor (mediação penal) enquanto método consensual de&#xD;
resolução de conflitos criminalizados e forma de acesso à justiça pode ser&#xD;
desenvolvida sob o viés do pluralismo jurídico e, consequentemente, complementar o&#xD;
processo penal acusatório? Utiliza-se abordagem analítico-descritiva, com método&#xD;
dialético, combinando revisão bibliográfica, análise legislativa e pesquisa empírica.&#xD;
Em primeiro momento, partindo da constatação da ineficiência do modelo retributivo&#xD;
vigente e das irresignações da criminologia crítica e do abolicionismo penal, o estudo&#xD;
apresenta a justiça restaurativa como alternativa possível para a solução de conflitos&#xD;
criminalizados e, sobretudo, como método consensual de resolução de conflitos&#xD;
oriundos da seara penal e forma de acesso à justiça. Posteriormente, examina-se as&#xD;
experiências de adoção da prática restaurativa mediação vítima-ofensor da Argentina&#xD;
e do Chile, por meio de estudo documental, revisão bibliográfica e questionário com&#xD;
os atores dos programas analisados. Também é realizado o estudo da justiça&#xD;
restaurativa no cenário brasileiro, a partir dos programas implementados pelo Poder&#xD;
Judiciário, a fim de identificar o estado da arte da mediação vítima-ofensor no país,&#xD;
bem como é investigada criticamente a proposta de implementação da justiça&#xD;
restaurativa no Novo Código de Processo Penal, por meio do Projeto de Lei n.&#xD;
8.045/2010. Para finalizar o item, foi realizada aplicação de questionário com&#xD;
protagonistas da restaurativa no país. Por fim, o trabalho aborda a aplicação da&#xD;
mediação vítima-ofensor enquanto método consensual de resolução de conflitos no&#xD;
processo penal acusatório com o viés de demonstrar a possibilidade de inserção da&#xD;
prática restaurativa no sistema convencional a partir de uma perspectiva pluralista. Os&#xD;
resultados indicam que a mediação vítima-ofensor pode complementar o processo&#xD;
penal acusatório, sem a violação de garantias fundamentais, desde que estruturada&#xD;
por princípios e valores restaurativos e adaptada às especificidades culturais e&#xD;
intersecções necessárias, como as relacionadas a raça, gênero etc. Conclui-se,&#xD;
portanto, que a adoção da mediação vítima-ofensor sob a perspectiva pluralista&#xD;
possibilita ampliar o acesso à justiça e, sobretudo, estimular soluções mais inclusivas&#xD;
e humanizadas para os conflitos criminalizados.
Título: A mediação vítima-ofensor no processo penal: a prática restaurativa sob o viés pluralista no sistema acusatório
Autor(es): Souza, Cláudio Daniel de
Orientador(es): Rudinicki, Dani
Resumo: A presente tese tem como foco a possibilidade de inserção da mediação vítimaofensor como método autocompositivo de resolução de conflitos criminalizados no&#xD;
processo penal acusatório, sob o viés do pluralismo jurídico. Dessa forma, a tese tem&#xD;
como problemática central o seguinte questionamento: a prática restaurativa da&#xD;
mediação vítima-ofensor (mediação penal) enquanto método consensual de&#xD;
resolução de conflitos criminalizados e forma de acesso à justiça pode ser&#xD;
desenvolvida sob o viés do pluralismo jurídico e, consequentemente, complementar o&#xD;
processo penal acusatório? Utiliza-se abordagem analítico-descritiva, com método&#xD;
dialético, combinando revisão bibliográfica, análise legislativa e pesquisa empírica.&#xD;
Em primeiro momento, partindo da constatação da ineficiência do modelo retributivo&#xD;
vigente e das irresignações da criminologia crítica e do abolicionismo penal, o estudo&#xD;
apresenta a justiça restaurativa como alternativa possível para a solução de conflitos&#xD;
criminalizados e, sobretudo, como método consensual de resolução de conflitos&#xD;
oriundos da seara penal e forma de acesso à justiça. Posteriormente, examina-se as&#xD;
experiências de adoção da prática restaurativa mediação vítima-ofensor da Argentina&#xD;
e do Chile, por meio de estudo documental, revisão bibliográfica e questionário com&#xD;
os atores dos programas analisados. Também é realizado o estudo da justiça&#xD;
restaurativa no cenário brasileiro, a partir dos programas implementados pelo Poder&#xD;
Judiciário, a fim de identificar o estado da arte da mediação vítima-ofensor no país,&#xD;
bem como é investigada criticamente a proposta de implementação da justiça&#xD;
restaurativa no Novo Código de Processo Penal, por meio do Projeto de Lei n.&#xD;
8.045/2010. Para finalizar o item, foi realizada aplicação de questionário com&#xD;
protagonistas da restaurativa no país. Por fim, o trabalho aborda a aplicação da&#xD;
mediação vítima-ofensor enquanto método consensual de resolução de conflitos no&#xD;
processo penal acusatório com o viés de demonstrar a possibilidade de inserção da&#xD;
prática restaurativa no sistema convencional a partir de uma perspectiva pluralista. Os&#xD;
resultados indicam que a mediação vítima-ofensor pode complementar o processo&#xD;
penal acusatório, sem a violação de garantias fundamentais, desde que estruturada&#xD;
por princípios e valores restaurativos e adaptada às especificidades culturais e&#xD;
intersecções necessárias, como as relacionadas a raça, gênero etc. Conclui-se,&#xD;
portanto, que a adoção da mediação vítima-ofensor sob a perspectiva pluralista&#xD;
possibilita ampliar o acesso à justiça e, sobretudo, estimular soluções mais inclusivas&#xD;
e humanizadas para os conflitos criminalizados.</summary>
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