<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>DSpace Coleção:</title>
  <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/11690/1064" />
  <subtitle />
  <id>http://hdl.handle.net/11690/1064</id>
  <updated>2026-04-14T22:04:00Z</updated>
  <dc:date>2026-04-14T22:04:00Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Ativismo judicial e barreiras políticas que aniquilam performances de gênero: um registro sobre o abortamento legal no Brasil</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/11690/3865" />
    <author>
      <name>Vargas, Tainá Machado</name>
    </author>
    <author>
      <name>Carlos, Paula Pinhal de</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/11690/3865</id>
    <updated>2024-03-04T23:41:32Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Ativismo judicial e barreiras políticas que aniquilam performances de gênero: um registro sobre o abortamento legal no Brasil
Autor(es): Vargas, Tainá Machado; Carlos, Paula Pinhal de
Resumo: Este artigo tem por objetivo revelar as principais dificuldades enfrentadas por inúmeras mulheres na luta pelo direito à interrupção da gravidez. Essa luta tem desencadeado reações globais organizadas de muitos movimentos sociais, sobretudo feministas, para pressionar os Estados a revogarem suas leis criminais. A vontade expressa por esses movimentos é a de mudar o entendimento mais conservador sobre a prática do aborto, a ser despertado como um grave problema de saúde pública. A importância de preparar o tema antes de servi-lo, exige sensibilidade do leitor ao abranger o tema da biopolítica de controle reprodutivo sobre a gravidez e a corporalidade das mulheres, vinculadas ou não a experiências outras de não assimilacionismo reprodutivo. A abordagem temática será comentada a partir das recentes manifestações de ativismo judicial registradas por parte do STF, atualizando conflitos relacionados a problemática da saúde pública e ao aparecimento de novos casos ligados a doenças epidêmicas de origem ainda desconhecidas, tais como: o Zika, a Dengue, o Chikungunya, e agora, o novo Covid-19.
Título: Ativismo judicial e barreiras políticas que aniquilam performances de gênero: um registro sobre o abortamento legal no Brasil
Autor(es): Vargas, Tainá Machado; Carlos, Paula Pinhal de
Resumo: Este artigo tem por objetivo revelar as principais dificuldades enfrentadas por inúmeras mulheres na luta pelo direito à interrupção da gravidez. Essa luta tem desencadeado reações globais organizadas de muitos movimentos sociais, sobretudo feministas, para pressionar os Estados a revogarem suas leis criminais. A vontade expressa por esses movimentos é a de mudar o entendimento mais conservador sobre a prática do aborto, a ser despertado como um grave problema de saúde pública. A importância de preparar o tema antes de servi-lo, exige sensibilidade do leitor ao abranger o tema da biopolítica de controle reprodutivo sobre a gravidez e a corporalidade das mulheres, vinculadas ou não a experiências outras de não assimilacionismo reprodutivo. A abordagem temática será comentada a partir das recentes manifestações de ativismo judicial registradas por parte do STF, atualizando conflitos relacionados a problemática da saúde pública e ao aparecimento de novos casos ligados a doenças epidêmicas de origem ainda desconhecidas, tais como: o Zika, a Dengue, o Chikungunya, e agora, o novo Covid-19.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Diferença Cultural como "Rótulo": Percepções do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul Sobre Maternidades e Infâncias Indígenas</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/11690/3864" />
    <author>
      <name>Simioni, Fabiane</name>
    </author>
    <author>
      <name>Carlos, Paula Pinhal de</name>
    </author>
    <author>
      <name>Silva, Vanessa Ramos da</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/11690/3864</id>
    <updated>2024-03-04T23:36:01Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Diferença Cultural como "Rótulo": Percepções do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul Sobre Maternidades e Infâncias Indígenas
Autor(es): Simioni, Fabiane; Carlos, Paula Pinhal de; Silva, Vanessa Ramos da
Resumo: Este artigo versa sobre maternidades e infâncias indígenas, dando especial ênfase aos casos de adoção. O artigo 28, § 6º, do Estatuto da Criança e do Adolescente assegura a priorização da comunidade ou etnia de origem para o reposicionamento familiar e a intervenção e oitiva de representantes da FUNAI e de antropólogos em procedimentos administrativos ou judiciais. Foram analisados três julgados do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul com vistas a compreender os fundamentos utilizados para a destituição do poder familiar e a colocação das crianças em famílias não indígenas, a partir da metodologia da Análise de Conteúdo, proposta por Bardin (2016). As práticas jurídico-institucionais, nesses casos, desconsideraram as diferenças culturais, particularmente em relação aos modos de produção das maternidades e das infâncias dos povos originários.
Título: Diferença Cultural como "Rótulo": Percepções do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul Sobre Maternidades e Infâncias Indígenas
Autor(es): Simioni, Fabiane; Carlos, Paula Pinhal de; Silva, Vanessa Ramos da
Resumo: Este artigo versa sobre maternidades e infâncias indígenas, dando especial ênfase aos casos de adoção. O artigo 28, § 6º, do Estatuto da Criança e do Adolescente assegura a priorização da comunidade ou etnia de origem para o reposicionamento familiar e a intervenção e oitiva de representantes da FUNAI e de antropólogos em procedimentos administrativos ou judiciais. Foram analisados três julgados do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul com vistas a compreender os fundamentos utilizados para a destituição do poder familiar e a colocação das crianças em famílias não indígenas, a partir da metodologia da Análise de Conteúdo, proposta por Bardin (2016). As práticas jurídico-institucionais, nesses casos, desconsideraram as diferenças culturais, particularmente em relação aos modos de produção das maternidades e das infâncias dos povos originários.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Relações sistêmicas (Direito, ciência e educação): a pesquisa empírica como metodologia de superação</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/11690/3863" />
    <author>
      <name>Felipe Rosa Müller</name>
    </author>
    <author>
      <name>Paula Pinhal de Carlos</name>
    </author>
    <author>
      <name>Diógenes Vicente Hassan Ribeiro</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/11690/3863</id>
    <updated>2024-03-04T23:33:11Z</updated>
    <published>2023-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Relações sistêmicas (Direito, ciência e educação): a pesquisa empírica como metodologia de superação
Autor(es): Felipe Rosa Müller; Paula Pinhal de Carlos; Diógenes Vicente Hassan Ribeiro
Resumo: Tratar-se-á da empiria como aporte metodológico do desenvolvimento da pesquisa em Direito, sob a perspectiva reflexiva da matriz pragmático-sistêmica de Niklas Luhmann. Correlacionar-se-á os sistemas do Direito, da Ciência e da Educação com as transformações sociais exigidas para atendimento das expectativas de uma sociedade cada vez mais complexa. Objetivou-se apresentar uma abordagem teórica sobre a necessidade de observação das relações sistêmicas correlacionadas. Aponta-se a contribuição da pesquisa empírica em Direito à emergência democrática da reforma do pensamento científico, oriunda das inquietações da sociedade brasileira contemporânea. O paradigma metodológico se consistiu numa pesquisa qualitativa, de natureza social aplicada, com método de abordagem dedutivo e de caráter explicativo. Realizou-se assim, coleta de dados em fontes secundárias, com uso da técnica da pesquisa bibliográfica. A autopoiese atua como característica impeditiva de transferências automáticas entre os subsistemas, impedindo qualquer aplicação imediata no subsistema do Direito do conhecimento desenvolvido nas Instituições de Ensino Superior e nas produções científico-jurídicas. Entretanto, a empiria como metodologia ativa aproxima o Direito e a Sociedade, auxiliando na possibilidade de superação da metodologia de reprodução do conhecimento dogmático.
Título: Relações sistêmicas (Direito, ciência e educação): a pesquisa empírica como metodologia de superação
Autor(es): Felipe Rosa Müller; Paula Pinhal de Carlos; Diógenes Vicente Hassan Ribeiro
Resumo: Tratar-se-á da empiria como aporte metodológico do desenvolvimento da pesquisa em Direito, sob a perspectiva reflexiva da matriz pragmático-sistêmica de Niklas Luhmann. Correlacionar-se-á os sistemas do Direito, da Ciência e da Educação com as transformações sociais exigidas para atendimento das expectativas de uma sociedade cada vez mais complexa. Objetivou-se apresentar uma abordagem teórica sobre a necessidade de observação das relações sistêmicas correlacionadas. Aponta-se a contribuição da pesquisa empírica em Direito à emergência democrática da reforma do pensamento científico, oriunda das inquietações da sociedade brasileira contemporânea. O paradigma metodológico se consistiu numa pesquisa qualitativa, de natureza social aplicada, com método de abordagem dedutivo e de caráter explicativo. Realizou-se assim, coleta de dados em fontes secundárias, com uso da técnica da pesquisa bibliográfica. A autopoiese atua como característica impeditiva de transferências automáticas entre os subsistemas, impedindo qualquer aplicação imediata no subsistema do Direito do conhecimento desenvolvido nas Instituições de Ensino Superior e nas produções científico-jurídicas. Entretanto, a empiria como metodologia ativa aproxima o Direito e a Sociedade, auxiliando na possibilidade de superação da metodologia de reprodução do conhecimento dogmático.</summary>
    <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Reflexões sobre pedagogia e ciências da educação</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/11690/2303" />
    <author>
      <name>Hoernig, Ana Marli</name>
    </author>
    <author>
      <name>Hoernig, Ana Gabriela</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/11690/2303</id>
    <updated>2021-11-16T17:45:41Z</updated>
    <published>2021-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Reflexões sobre pedagogia e ciências da educação
Autor(es): Hoernig, Ana Marli; Hoernig, Ana Gabriela
Resumo: Esta  pesquisa tem  como  tema  a  relação  entre  Pedagogia  e as Ciências  da Educação. Propomo-nos realizar uma reflexão sobre a questão de a pedagogia ser uma ciência, com objetivo de identificar traços na literatura que confirmem ser a pedagogia uma ciência da educação. O trabalho consiste em uma pesquisa qualitativa de revisão de literatura. Os autores consultados, a partir dos estudos do Seminário Temático: Educação, Pedagogia e Ciência da Educação, discutem esse tema. João Batista de  La Salle, criador da  pedagogia lassalista, é o autor referência   que   trouxemos   para fundamentar   nosso   escrito.   Os   autores apresentam    tendência    a    entender    a    Pedagogia    como    uma    ciência. Consideramos como   evidência   o   fato   de   a   pedagogia   lassalista   estar estruturada e em contínuo crescimento há mais de trezentos anos e, em todo este  tempo,  produzindo  conhecimento  baseado  em  pesquisas.  Sabe-se  que uma  ciência  não  surge  em  um  espaço  vazio,  já  existe  uma  caminhada  com muitas contribuições e a ciência vai-se construindo em espaços onde já existem discursos e a partir destas construções, sendo que  este crescimento também ocorre  nas  interfaces  que  se  estabelecem  com  outras  ciências  da  área da educação. Os autores estudados corroboram o compromisso em fazer pesquisa educacional  de  qualidade,  o  que  certamente  dará  maior  robustez  e  melhor estrutura à Pedagogia como ciência da educação.
Título: Reflexões sobre pedagogia e ciências da educação
Autor(es): Hoernig, Ana Marli; Hoernig, Ana Gabriela
Resumo: Esta  pesquisa tem  como  tema  a  relação  entre  Pedagogia  e as Ciências  da Educação. Propomo-nos realizar uma reflexão sobre a questão de a pedagogia ser uma ciência, com objetivo de identificar traços na literatura que confirmem ser a pedagogia uma ciência da educação. O trabalho consiste em uma pesquisa qualitativa de revisão de literatura. Os autores consultados, a partir dos estudos do Seminário Temático: Educação, Pedagogia e Ciência da Educação, discutem esse tema. João Batista de  La Salle, criador da  pedagogia lassalista, é o autor referência   que   trouxemos   para fundamentar   nosso   escrito.   Os   autores apresentam    tendência    a    entender    a    Pedagogia    como    uma    ciência. Consideramos como   evidência   o   fato   de   a   pedagogia   lassalista   estar estruturada e em contínuo crescimento há mais de trezentos anos e, em todo este  tempo,  produzindo  conhecimento  baseado  em  pesquisas.  Sabe-se  que uma  ciência  não  surge  em  um  espaço  vazio,  já  existe  uma  caminhada  com muitas contribuições e a ciência vai-se construindo em espaços onde já existem discursos e a partir destas construções, sendo que  este crescimento também ocorre  nas  interfaces  que  se  estabelecem  com  outras  ciências  da  área da educação. Os autores estudados corroboram o compromisso em fazer pesquisa educacional  de  qualidade,  o  que  certamente  dará  maior  robustez  e  melhor estrutura à Pedagogia como ciência da educação.</summary>
    <dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

